segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Kholwa Brothers - Visão Geral
O grupo entrou no palco sob uma garoa, às 16h, e lá permaneceu por volta de 45 min, sendo recepcionado calorosamente pelo público que os ovacionavam ao término de cada música belamente cantada à capella.
Uma parte de sua apresentação foi televisionada no SPTV – 2 ª edição, na TV Globo. A idéia inicial da produção da TV Globo era a de se fazer uma take ao vivo na 1ª edição do mesmo jornal, mas por motivos externos isso não foi possível. O vídeo pode ser conferido no seguinte link: http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM781403-7823-COMEMORACOES+DO+ANIVERSARIO+DE+SAO+PAULO,00.html
No dia 30 de janeiro, antes mesmo de começar o show, os ingressos no SESC Vila Mariana já haviam esgotado. Cerca de 600 pessoas assistiram ao show que foi um sucesso
Foto: Adriano Escanhuela
absoluto de público e de qualidade musical.
A segunda apresentação, no SESC Vila Mariana, aconteceu no dia 31/01, num show extra para atender a demanda de pessoas que não conseguiu assistir ao do dia anterior.
O grupo sul-africano foi convidado pelos donos da Livraria Cultura, os Srs. Pedro Herz e Fábio Herz, para realizarem um Pocket Show na Livraria Cultura. Às 13h do dia 01/02, Derrick, Mike, Francis e Bonokwake fizeram um Pocket
Show na Livraria Cultura do Conjunto Nacional na Avenida Paulista que foi acompanhado pelos donos da Livraria, pela equipe do programa Pé na Tábua, da TV Cultura, que na ocasião gravaram um programa com o grupo, além de dezenas de pessoas que transitavam pelas instalações do estabelecimento.
O sucesso do grupo foi tão grande que as propostas para voltar ao Brasil são extensas. Ouro Preto, Salvador, Olinda, São Paulo (com intervenções nos CÉUS) e Paraty são algumas das cidades que estão cogitando a sua presença ainda este ano.
"É possível sentir influências africanas na música brasileira, o ritmo, a batida. Ela mexe com o sangue, com a alma do povo brasileiro...”
Kholwa Brothers faz show dia 25/01/2008 no Parque da Independência em São Paulo!
No próximo dia 25, sexta-feira, a partir das 15h, a cidade de São Paulo receberá uma grande festa para comemorar seus 454 anos de fundação. Nesta data, a Secretaria Municipal de Cultura promoverá o já tradicional show de aniversário. A exemplo do ano passado, este ano o evento também ocorrerá no Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, zona sul da cidade. Para animar a festa serão realizados shows das bandas Glória, Funk como le Gusta e o encerramento fica por conta do animadíssimo Jorge Ben Jor. O evento será comandado por Cidinho Teixeira, que, além disso, executará, entre um bloco e outro, sucessos de sua carreira musical de repercussão internacional.
A festa começa a partir das 15h com o show do grupo sul-africano Kholwa Brothers. Conhecido pelo canto a capella, chamado de Isicathamiya, um estilo popular na África do Sul, o grupo já se apresentou em diversos países como Estados Unidos e China. O canto, originário dos grupos zulus, tornou-se uma expressão urbana durante o apartheid dando o primeiro passo para a formação, em 1990, dos KB. Sibonele Derrick Malambo, Mandlenkosi Francis Mlambo, Bonokwakhe Robert Mbabo e Mqoqeni Mike Mababo vieram pela primeira vez ao Brasil para uma participação no espetáculo Milágrimas, do coreógrafo Ivaldo Bertazzo, e voltam agora para o aniversário de São Paulo. Na seqüência, é a vez do estilo dançante da banda Gloria contagiar o público, a partir das 16h30.
A banda Funk como le gusta traz repertório contagiante numa mistura de ritmos passando pelo funk, samba soul, chorinho e música eletrônica, a partir das 18h30. Apelidados de “mensageiros do swing”, os integrantes do FCLG já dividiram o palco de seus shows com grandes nomes da música brasileira, entre eles Ed Motta, Sandra de Sá, e o próprio Jorge Ben Jor. Para agitar o público no evento especial, a banda apresentará sucessos como SOS, Vertiplano, Somos do funk, entre outros. O baixista do FCLG, Sérgio Bartolo, declarou que as expectativas para o show são as melhores possíveis. “Além de ser uma oportunidade legal para as pessoas se divertirem sem a cobrança de ingresso, iremos comemorar o 11º aniversário da banda juntamente com a divulgação de algumas músicas de nosso terceiro CD", disse ele.
Para animar ainda mais a festa, Jorge Ben Jor brinda o público com os sucessos País Tropical, Fio Maravilha e Taj Mahal, entre outros, além de canções inéditas do Cd recém-lançado, Recuerdos de Assunción 443. O álbum reúne composições que o cantor deixou, entre 1978 e 1986, nos arquivos da gravadora Som Livre, localizado na rua Assunção, número 443, e que agora foram reinterpretadas em estúdio. O cantor sobe ao palco às 20h.
Principal atração do dia, Ben Jor é uma das unanimidades nacionais em popularidade. Na capital paulista teve seu clássico Cadê Tereza regravado pelos Originais do Samba na década de 1960, contribuindo para a ascensão do samba paulista diante de todo o país.
Serão colocados à disposição do público 70 banheiros químicos espalhados por todo o parque. Haverá um posto médico, duas ambulâncias de plantão e 1 UTI móvel. A segurança será garantida por um efetivo de 10 brigadistas, 100 seguranças privados e 100 policiais militares.
Serviço:
Abertura 15h - Kholwa Brothers
16h30 -Banda Glória
18h30 – Funk como le gusta
Encerramento 20h - Jorge Ben Jor
Mestre de Cerimônias: Cidinho Teixeira
Data: 25 de janeiro de 2008 (sexta-feira)
Local: Parque da Independência - av. Nazaré, s/nº - Ipiranga - São Paulo
Censura: livre
Informações para público: 3334-0001, ramal 1950
Entrada Franca
*Fonte: Assessoria de comunicação da Prefeitura de São Paulo
Kholwa Brothers em São Paulo!

Crédito: Roberto Linsker.
Depois de brilhar no Brasil em 2005, o grupo de dança e canto a capella da África do Sul, realiza dois shows em São Paulo para mostrar a força da mais pura cultura do povo Zulu Os Kholwa Brothers, grupo vocal sul-africano que em 2005 participou da trilha sonora do espetáculo Milágrimas dirigido por Ivaldo Bertazzo, estão de volta aos palcos da cidade de São Paulo nos dias 25 de janeiro no Parque da Independência, no Museu do Ipiranga, e dia 30 de janeiro no teatro do SESC Vila Mariana. Dessa vez, o grupo se apresenta somente com o que tem de mais forte: o canto a capella, sem a participação de nenhum outro instrumentista brasileiro.
O grupo de canto e dança tradicional de coro a capella, os Kholwa Brothers,que foi formado em Durban em 1990 (inicialmente com nove membros sob a liderança de Derrick Mlambo) se apresentará com quatro integrantes das vozes soprano, alto, tenor e baixo, cantando as músicas tradicionais de sua terra, a província Kwazulu Natal, no norte da África do Sul, sem qualquer acompanhamento instrumental além da percussão produzida no próprio corpo.
Com Mandela
A palavra Kholwa, em Zulu, significa "um crente". Os Kholwa Brothers já participaram do SomkeFestival, o primeiro encontro do presidente Nelson Mandela e a população após sua libertação da prisão. O grupo também já participou de diversos festivais internacionais como os Splashy Fen Festival, Standard Bank Jazz Festival, Festival Africano Renaissance, United Nations Conferência Mundial Contra o Racismo, o Festival Internacional de Escritores e Compositores, além do BRAVO - CHINA - ÁFRICA DO SUL. No Projeto internacional chamado The Lion Collection, a convite do deputado Rob Sayer, compuseram uma canção para as crianças do mundo chamada "Shananana". Em 2005, sob a direção musical de Benjamim Taubkin e Arthur Nestrovski, participaram da trilha sonora do Milágrimas.
Origem e tradição
Os Kholwa Brothers, fiéis à origem do nome do grupo, acreditam na força expressiva da música e da dança tradicional. Para o povo Zulu, música e dança são formas de celebrar ou maneiras de mostrar felicidade quando a pessoas estão juntas. Segundo o líder Derrick Mlambo, o grupo pretende com a sua performance restaurar a paz, a humanidade e a união entre as pessoas do continente africano e do mundo. A arte do grupo é representada pela música tradicional INGOMA, com doze gêneros diferentes. E tradicional aqui deve ser entendido como o modo de vida encontrado no passado na tribo Zulu da África do Sul, revelado por meio dos sentimentos, da alma, do sangue, e repaginados e recriado pela cultura urbana.
Gênero musical
A Isicathamiya é o gênero musical mais desenvolvido pelos Kholwa Brothers. Ele surgiu entre os homens de Kwazulu Natal que foram trabalhar na minas de ouro em Johanesburgo ainda no tempo do apartheid. A experiência exigiu um afastamento da família e para abrandar o sentimento da saudade, reinventaram os cantos e danças dos guerreiros zulus de forma a não incomodar os mineiros que preferiam descansar após a longa jornada de trabalho. Substituíram então as vigorosas percussões corporais por gestos suaves como os movimentos de um gato. Os tons altos – antes reservados às mulheres - foram substituídos pela vozes masculinas. Essas novas experiências foram levadas de volta para a gente de Kwazulu Natal e conquistaram a África do Sul. A delicadeza e sutileza, que serviram como forma de resistência e afirmação de uma nova identidade, brindarão os 454 anos da cidade de São Paulo com o espetáculo música e dança dos Kholwa Brothers.
* Texto retirado do site: http://www.afropress.com/
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Plataforma Brasil Holanda e Choramundo!

O Projeto Choramundo é integrado por Nelson Latif (violão e cavaco), radicado na Holanda desde 1988 e fruto da boa safra de músicos paulistanos da década de 80; Joeri de Graaf, conhecido pela desenvoltura com que trafega entre o violão de 8 cordas e a guitarra elétrica; Ronald Snijders, inventor do chamado kawinajazz, uma mistura de jazz com música surinamesa, e exímio na flauta, instrumento pouco convencional no mundo do jazz; Pablo Nahar (contrabaixo), natural do Suriname e um dos músicos mais reconhecidos do cenário jazzístico holandês e europeu; e Olaf Keus (percussionista e baterista), cujo conhecimento de vários ritmos é a marca do groove do Choramundo.
E em sua contra-capa, o grupo conta um pouco mais sobre a sua história e formação que se deu por intermédio da WZM Plataforma Brasil Holanda!

Tami TM.
Plataforma Brasil Holanda Music 2008

PLATAFORMA BRASIL HOLANDA - MUSIC 2008
Devido ao sucesso do projeto “Plataforma Brasil Holanda - Jazz”, criado em 2004 com a intenção de promover diálogos interculturais ao vivo através da música tendo o jazz como a grande referência, a empresa WZM Plataforma Brasil Holanda decidiu expandir o seu projeto - que já promoveu, em suas sete edições, encontros de grandes nomes do cenário musical nacional e internacional - para além do jazz.
Em 2008, sai a denominação Jazz e entra Music. “Plataforma Brasil Holanda – Music”, esse é o novo nome do projeto que permanece com o seu propósito, o de promover diálogos interculturais por meio da música, e que já tem para 2008 uma programação que vai desde o jazz até a música eletrônica, passando por MPB, músicas regionais e eruditas.
Confiram a programação do Plataforma Brasil Holanda - Music 2008 **
Ernst Reijseger
Quando: 27 de fevereiro a 20 de março
Nosso Trio e Josee Koning
Quando: 24 de abril a 12 de maio
Benjamin Herman Kwartet
Quando: 16 a 28 de julho
Mola Sylla
Quando: 08 a 17 de setembro
Corrie van Binsbergen com CRAM
Quando: 12 de setembro a 13 de outubro
Saskia Laroo Band
Quando: 13 de setembro a 13 de outubro
The Ploctones (Goudsmit, Trujillo, Vierdag & Vink)
Quando: 28 de outubro a 17 de novembro
Shakuhachi e MPB
Quando: 2008 - data a confirmar
** Programação sujeita a alteração.
É isso aí!!!! Espero todos vocês pelos eventos da Plataforma Brasil Holanda, que neste ano também promoverá muitos espetáculos de dança e teatro!!!! Aguardem informações!!!
Qualquer informação, dúvida... podem entrar em contato comigo aqui pelo blog!
Ci vediamo!
Tami TM.
domingo, 23 de dezembro de 2007
Boas Festas a todos!!!!
Nós, da Plataforma Brasil Holanda, gostaríamos de desejar um ótimo Natal e Feliz Ano Novo.
Abraços,
Tami TM.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Resenha sobre o show e entrevista com Jan Akkerman no Whiplash!
Jan Akkerman (Ibirapuera, São Paulo, 23/11/07)
Por Rodrigo Werneck Publicado em 05/12/07 - Whiplash
Para os fãs brasileiros do grupo progressivo holandês Focus, indubitavelmente um dos ícones do estilo, uma lacuna estava aberta há anos. Apesar das recentes visitas do grupo ao país (em 2002, 2003 e 2005), liderado pelo carismático e rotundo flautista e organista Thijs van Leer, uma nova vinda do guitarrista e co-fundador Jan Akkerman era há muito aguardada. A primeira havia ocorrido em 1989, como parte do projeto “Night of the Guitars”, e havia também trazido Leslie West (Mountain), Andy Powell e Ted Turner (Wishbone Ash). Tal lacuna pôde finalmente ser preenchida este ano com 4 apresentações em solo tupiniquim, e em grande estilo.
Trecho retirado do site: www.whiplash.net
Confira a matéria na íntegra no link: http://whiplash.net/materias/shows/067264-focus.html
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Jan Akkerman: o fundador do Focus fala sobre a tour com músicos brasileiros
Por Rodrigo Werneck e Marcelo Spindola Bacha Publicado em 06/12/07 - Whiplash
Para quem ainda não sabe, o holandês Jan Akkerman é um dos grandes ícones da guitarra no rock, tendo liderado o grupo Focus em seu auge criativo, nos anos 70, juntamente a Thijs van Leer (órgão, flauta e vocal). Desde 1968, quando lançou o primeiro disco sob seu próprio nome, ele vem gravando consistentemente trabalhos solo e em conjunto a outros artistas, já tendo lançado excelentes registros. Quase 20 anos após a sua primeira visita ao Brasil, ele retornou recentemente para shows na América Latina, e nos concedeu uma entrevista exclusiva (junto aos demais músicos da banda) antes da primeira de suas duas apresentações no Auditório Ibirapuera, em São Paulo, no dia 23 de novembro.
Trecho retirado do site: www.whiplash.net
Quer saber mais sobre o que Jan Akkerman achou da turnê no Brasil? Como foi a idéia dessa união, formando o Brasil Holanda Jazz Connection? Quais são os planos de Jan Akkerman para o futuro? Ou até mesmo se Jan voltará para o Brasil em breve? Então confira no http://whiplash.net/materias/entrevistas/067289-janakkerman.html
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Resenha e entrevista publicadas no site: www.whiplash.net
* Os trechos em itálico são meus textos ou observações.
Não deixem de conferir!!!!
Tami TM.
Agradecimentos à imprensa!
Assim que as matérias forem sendo publicadas, postarei aqui algumas informações sobre elas e os respectivos links ou as capas das edições!
Gostaríamos de agradecer a todos os jornalistas, editores, críticos, fotógrafos que estiveram presentes ou que colaboraram.
Tami TM.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Resenha: Jan Akkerman e Banda: Um Mix de Tendências Sonoras e Culturais
Um Mix de Tendências Sonoras e Culturais *
Auditório Ibirapuera – 24/11/2007
Quem esteve no Auditório Ibirapuera para assistir o show do guitarrista holandês Jan Akkerman, ex-Focus, não saiu decepcionado. Solos, especialmente de violão, não faltaram ao espetáculo, mostrando que o músico continua em ótima forma. Porém, não foi uma apresentação de um artista solo, e sim de uma banda sólida e coesa. Um trabalho em equipe realizado com dedicação e entusiasmo.
O exímio tecladista holandês Mike del Ferro é um músico que sabe exatamente o que deseja, o resultado que pretende alcançar e como obtê-lo. Não desperdiça notas musicais. Mesmo nas improvisações, ele tem a noção perfeita de como introduzir, desenvolver e finalizar uma linha melódica.
Os músicos brasileiros foram fundamentais: o baterista Marcio Bahia colocou muitos ritmos locais durante as composições, captou o suingue jazzista com habilidade, às vezes optando por linhas vigorosas, em outros momentos contando com levadas sutis. Na transição para o rock, como em “Hocus Pocus”, imprimiu o peso que a música exigia.
Ney Conceição, o baixista, sempre que foi chamado aos solos não perdeu a chance de mostrar tudo o que sabe. Durante as músicas, foi um parceiro indispensável para a cozinha rítmica de Bahia, fornecendo uma base vigorosa para as músicas.
“Central Station” é uma composição curiosa: Akkerman abre no estilo flamenco até chegar a uma seqüência sonora que recorda o chorinho brasileiro. A deixa perfeita para Bahia, que acrescentou uma série de levadas tipicamente brasileiras. A fusão foi uma surpresa que agradou bastante o público.
Del Ferro e Akkerman foram buscar uma canção napolitana de 1902, “Torna a Surriento”, também conhecida como “Surrender”, sucesso de Elvis Presley. A interpretação de dupla ganhou um tom distinto, sereno, com nuances sonoras suaves.
Akkerman é um seguidor da teoria da inovação: é fundamental estar atento aos novos tempos, recriar e reciclar ao máximo seu antigo repertório. Por este motivo, o clássico do Focus, “Hocus Pocus”, teve os riffs básicos de guitarra inalterados, mas com o acréscimo de uma grande dose de improvisações.
O mesmo aconteceu com outras composições da banda holandesa. “Sylvia”, a pedido pelo público, recebeu um tratamento acústico, bem diferente da versão original, e “Love Remembered” veio na versão do álbum orquestral Aranjuez.
O show foi um confronto entre tendências culturais e sonoras que teve um único vencedor: o público. Foi um privilégio desfrutar do som destes músicos.
Ciro Hiruma é jornalista, publicitário e marketing manager. Já escreveu para publicações como Rock Brigade, Audio News, Modern Drummer, Guitar Player, Cover Guitarra e Cover Teclado.
* Ciro escreveu este artigo especialmente para o blog da Plataforma Brasil Holanda.
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Jan Akkerman and the Band:
A blend of sound and cultural trends *
Auditório Ibirapuera – November 24, 2007
Those who were at Auditório Ibirapuera to see Dutch guitarrist Jan Akkerman’s (ex-Focus) show, were not disappointed. Solos, guitar in particular, abounded, showing that the musician is in his top shape. But it wasn’t a soloist’s performance and yes, of a solid and cohesive band, a teamwork accomplished with dedication and enthusiasm.
The virtuoso pianist Mike del Ferro is a musician who knows exactly what he wants, the result he wants to achieve and how to obtain it. There is no waste of notes. Even in improvising, he has the perfect notion of how to introduce, develop and round up a melodic line.
The Brazilian musicians played key roles: the drummer brought out many local rhythms in his compositions, captured skillfully the jazz swing, sometimes choosing vigorous lines, other times going for subtleties. In the transition to rock, such as in “Hocus Pocus”, he rendered the weight that the music demanded.
Ney Conceição, bass, on every call for solo, didn´t waste the chance to show all he knows. In the music, he was an indispensable partner to the rhythmic kitchen of Bahia, providing a vigorous base for the music.
“Central Station” is a curious composition: Akkerman opens in flamenco style and then up to a sequence of sound that reminds of Brazilian `chorinho´. The perfect link for Bahia, who added a series of typically Brazilian renderings. The union was a surprise that pleased the audience a lot.
Del Ferro and Akkerman reached out for a 1902 Napolitan song, “Torna a Surriento”, also known as “Surrender”, an Elvis Presley hit. The duo´s interpretation rendered a distinct, serene tone with smooth sonic nuances.
Akkerman is a follower of innovation theory: it´s essential to be attentive to new times, recreate and recycle maximally your old repertory. This is why, the Focus´classic, “Hocus Pocus”, had basic guitar riffs intact, but with the addition of a large dose of improvisation.
Same thing happened with other compositions by the Dutch band.“Sylvia”, on audience´s demand, received an acoustic treatment, very different from the original version, and “Love Remembered” came up in the version of orchestral album Aranjuez.
The show was a confrontation between cultural and sonic tendencies that had a single victor: the public. It was a privilege to enjoy the sound of these musicians.
Ciro Hiruma is journalist, advertiser and marketing manager. He has written for other publications such as Rock Brigade, Audio News, Modern Drummer, Guitar Player, Cover Guitarra and Cover Teclado.
* Ciro Hiruma has written this article especially for the blog Plataforma Brasil Holanda
domingo, 25 de novembro de 2007
Inenarrável...................... (sobre a turnê)
Foram cerca de 15 dias de pura interação, troca de experiência e informação, unindo diferentes estilos e influências musicais.
Dois brasileiros e dois holandes, quatro FERAS da música, Jan Akkerman, Mike del Ferro, Marcio Bahia e Ney Conceição reunidos pela primeira vez, especialmente para esta turnê.
Qual foi o resultado??? Com certeza, um gostãoo de quero mais e um espaço a menos disponível na memória...
10 e 11/11 - Bolívia

Jan Akkerman, Mike del Ferro, Marcio Bahia e Ney Conceição se apresentaram no dia 10, em La Paz, no Centro Sinfônico Nacional que teve a apresentação aberta pelo duo Chili-Bolivia com músicos chilenos e bolivianos. Dia 11, fizeram um show que antecedeu o Primeiro Festival Sulamericano de Jazz que aconteceu na cidade de Santa Cruz, na Bolívia, dos dias 19 a 24 de novembro.
Centenas de pessoas prestigiaram os concertos que foram marcados pela energia e maestria dos músicos cujo repertório, mesclado pela fusão de gêneros como a bossa nova, samba, blues, funk e jazz, levou os públicos presentes ao êxtase.
Primeiro Festival Sulamericano de Jazz
O Primeiro Festival Sulamericano de Jazz aconteceu de 19 a 24 de novembro na cidade de Santa Cruz, Bolívia.
O principal organizador do evento foi o Jass Inc que é uma associação que tem o intuito de promover o ensino da música para os jovens e, para este projeto, contou com o respaldo de David Mamani, diretor da Revista Cultural de Informação e Crítica Livre de Arte (Reciclarte)
Durante esses dias, foram realizadas diversas atividades ligadas ao jazz. Uma das principais atrações do Festival foi o Brasil Holanda Jazz Connection, formado pelos músicos Jan Akkerman, Mike del Ferro, Marcio Bahia e NeyConceição.
Arte e foto retirados de http://reciclarte-bolivia.blogspot.com/
Consultei também os seguintes sites:
http://www.eldeber.com.bo/2007/2007-11-01/vernotaescenas.php?id=071031205809
http://reciclarte-bolivia.blogspot.com/
14 /11- Cuiabá

Retirado de www.fotolog.com/vanguart/15825352
Após tocarem em Santa Cruz, os músicos embarcaram direto para Cuiabá onde fizeram um show no dia 14 de novembro, no Clube Feminino, em mais uma edição do Plataforma Brasil Holanda Jazz.
Jan Akkerman, Mike del Ferro, Marcio Bahia e Ney Conceição se apresentaram sozinhos e também com bandas locais como Vanguart e Macaco Bong.
Este espetáculo seguiu a mesma premissa: sucesso total!!!
Sobre as bandas mato-grossenses:
Vanguart

Foto retirada de http://rodrigoedipo.wordpress.com/2007/08/28/
Com um pé no folk e outro no rock alternativo, a banda Vanguart, de Cuiabá, torna-se a cada dia referência do que se convencionou chamar de "Movimento Fora do Eixo". O primeiro CD do quinteto, com 14 faixas, foi lançado em agosto, por meio de um encarte da revista "Outracoisa".
Compõem o quinteto Hélio Flanders (voz e violão), David Dafré (guitarra e voz), Luiz Lazzaroto (teclados), Reginaldo Lincoln (voz e baixo) e Douglas Godoy (bateria). O projeto começou em 2002, com apresentações solo de Hélio. Aos poucos, os amigos se juntaram e há dois anos deram o primeiro suspiro de vida à Vamguart.
De lá para cá eles participaram de eventos independentes de Norte a Sul, estiveram nas duas últimas edições do prêmio VMB oferecido pela MTV e foram cotados para o Tim Festival, no Rio de Janeiro.
Myspace: http://www.myspace.com/vanguart
Macaco Bong

Macaco Bong nasceu em Cuiabá (MT) no ano de 2004 como um quarteto de rock instrumental. Logo no ano de 2005 a banda se tornou um power trio, permanecendo com a proposta de rock instrumental com conteúdo musical.
Baseado na desconstrução dos arranjos da música popular em seus formatos convencionais e aliada à linguagem das harmonias tradicionais da música brasileira com jazz/fusion/pop e etc, o Macaco Bong não quer concretizar rótulos relativos às variedades nas vertentes dos gêneros musicais em suas composições, tudo isso aplicado tanto na estética quanto no conteúdo do rock'n'roll .
Atualmente a banda é integrada por Bruno Kayapy (guitarra), Ynaiã Benthroldo (batera) e Ney Hugo (baixo). Macaco Bong foi destaque nos principais festivais que fazem parte da rota do circuito Fora do Eixo, além de shows esporádicos como headliner nas principais casas noturnas de São Paulo, Outs Bar, Milo Garage, Satva Bar, Casa Belfiori, Funhouse, Studio SP e Oásis Bar, recebendo críticas positivas dos vários meios de comunicação especializados como Revista Bizz.
Myspace: http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=119971145
16/11 - Salvador
Fotos de Priscila Pedro. Montagem de Tami Matuoka. Ensaio do Ilê Aiyê na sede. Apresentação do Brasil Holanda Jazz Connection no Pelourinho
Os músicos permaneceram em Salvador, do dia 15 a 18, onde se apresentaram com o bloco afro Ilê Aiyê, no Pelourinho, numa apresentação que levou o público presente ao delírio.
Os batuques envolventes do Ilê Aiyê com os acordes impecáveis da guitarra de Jan Akkerman juntamente com os músicos do gabarito de Mike, Marcio e Ney só poderiam resultar em uma apresentação no mínimo extasiante e inovadora!
Além do show no Pelourinho, os músicos se apresentaram no Solar do Unhão, no Projeto Jam no Mam, para mais de 800 pessoas!
Ainda em Salvador, Mike e Jan conheceram o Galpão Cheio de Assuntos, do artista plástico Peu Meurray e prestigiaram os ensaios do Ilê Aiyê.
Ilê Aiyê

Ilê Aiyê, primeiro bloco afro da Bahia, inicia sua história em 1º de novembro de 1974, no Curuzu-Liberdade, bairro de maior população negra do pais: 600 mil habitantes.
O objetivo da entidade é preservar, valorizar e expandir a cultura afro-brasileira, para isso, desde que foi fundado, vem homenageando os países, nações e culturas africanos e as revoltas negras brasileiras que contribuíram fortemente para o processo de fortalecimento da identidade étnica e da auto-estima do negro brasileiro, tornando populares os temas da história africana vinculando-os com a história do negro no Brasil, construindo um mesmo passado, uma linha histórica da negritude.
O seu movimento rítmico musical, inventado na década de 70, foi responsável por uma revolução no carnaval baiano. A partir desse movimento, a musicalidade do carnaval da Bahia ganha força com os ritmos oriundos da tradição africana favorecendo o reconhecimento de uma identidade peculiar baiana, marcadamente negra. O espetáculo rítmico-musical e plástico que o bloco exibe no Carnaval emociona baianos e turistas e arranca aplausos da população.
A riqueza plástica e sonora do Ilê Aiyê retoma todas as formas expressadas na evolução dos movimentos de renascimento negro-africano, negro-americano ou afro-americano, as decodifica para o contexto específico da realidade baiana, sem perder de vista a relação de identificação entre todos “os negros que se querem negros” em qualquer parte do mundo, ressaltando sempre o caráter comum da origem ancestral, de um passado comum que nos irmana.
Com 3 mil associados, o Ilê Aiyê é hoje um patrimônio da cultura baiana, um marco no processo de reafricanização do Carnaval da Bahia.
JAM no Mam
O projeto JAM do Mam acontece sempre aos sábados no Solar o Unhão e é uma mistura de estilos musicais a partir do jazz, sem, contudo, ter obrigação de seguir um repertório. Qualquer músico pode participar das sessões, através de improvisos jazísticos de standards do jazz e blues, bossa-nova e outros ritmos brasileiros.Texto baseado no site: http://www.cultura.ba.gov.br/noticias/na-midia/impresso/jam-do-mam-com-jazz-e-bossa-nova-a-partir-das-18h
Galpão Cheio de Assuntos
As pesquisas sobre reciclagem de pneus começaram em 1998 e, hoje, o "Galpão Cheio de Assuntos", espaço cultural criado por Peu Meurray é utilizado para a realização de shows e atividades socioculturais com jovens e crianças carentes de Salvador. O trabalho é desenvolvido por meio da ONG Tambores de Pneus que, segundo o músico, já beneficiou mais de mil crianças e adolescentes.
No espaço, frequentemente visitado por artistas famosos como Ed Motta e Marisa Monte, os jovens desenvolvem oficinas culturais de teatro, artes plásticas, dança, música e cidadania. Alguns fazem parte da banda Os Pneumáticos e outros até tocam profissionalmente. De tão inusitada, a reciclagem de pneus de Peu Meurray se tornou conhecida no Japão, Itália e cidades brasileiras como Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.Artistas consagrados como Carlinhos Brown, Ivete Sangalo, Arnaldo Antunes, gravaram músicas de Peu.
Com 20 anos de trajetória musical, ele se apresentou com grandes nomes como Marisa Monte e Daniela Mercury, com quem gravou o DVD Eletrodoméstico, em 2003.Artistas internacionais, como Lorenzo Jovanotti e a banda italiana Negrita também fazem parte do rol de parcerias do artista baiano. Meurray participou ainda de importantes eventos, a exemplo do Festival de Ferrara, na Itália, e do Salão de Automóveis, em São Paulo, além de desfilar com seus instrumentos no carnaval de Salvador.
Trecho retirado de: http://www.cultura.ba.gov.br/noticias/na-midia/impresso/peu-meurray-faz-apresentacao-especial-no-pelourinho
20/11 - Buenos Aires
Teatro Ateneo
23 e 24/11 - São Paulo
O Brasil Holanda Jazz Connection se apresentou dias 23 e 24 no belíssimo Auditório Ibirapuera, em São Paulo.
Apenas um décimo do show. Conseguem imaginar o resto???
Dia 23/11. Primeiro show em São Paulo. E que show!!!
Dia 24/11. Sensacional!!!!!
É tango, é blues, é rock, é samba, é funk, é jazz, ... simplesmente GENIAIS!!!
Grande abraço para Jan, Mike, Ney e Marcio que, além de excelentes músicos, são seres humanos fantásticos! Vocês são o MÁXIMO!
Tami TM.
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Considerações Finais – ORGANIZAÇÃO e APOIOS
Coordenação Geral
WZM Plataforma Brasil Holanda - Joëlke Offringa e Coraly Pedroso
Produção
Produção Executiva: Priscila Pedro
Assistente de Produção: Tami Matuoka
Assessoria de Imprensa
Tami Matuoka
Brasil
Produtores Cuiabá, Salvador, São Paulo: Priscila Pedro
Bolívia
Coordenação: Harmen van Dijk e Birgit Ellefsen
Produção: Danilo Rojas
Argentina
Coordenação: Roby Aidenbaum
Produção: Roby Aidenbaum
Apoios e Parceiros:
Parceiros no Brasil: Embaixada do Reino dos Países Baixos em Brasília / Consulado Geral dos Países Baixos de São Paulo / Prefeitura Municipal de Cuiabá / Secretaria de Cultura de Cuiabá / Pelourinho Cultural / Fundação Cultural do Estado da Bahia – Funceb / Gafisa S/A (patrocínio do show em São Paulo)
Parceiros na Bolívia: Embaixada do Reino dos Países Baixos na Bolívia
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Jan Akkerman

Começou a tocar guitarra quando aos 5 anos. Foi incentivado por seu pai que era guitarrista, mas sua mãe queria que o jovem tocasse acordeon. Felizmente Akkerman escolheu ser guitarrista, embora tenha tido lições de teclados e saxofone. Na adolescência seu interesse musical ia desde o rock'n roll ao clássico. Ainda adolescente formou sua primeira banda, o The Friendship Sextet. Depois tocou no The Shaking Hearts e Johnny & His Cellar, que contava com a partcipação do baterista Pierre van der Linden. Após algumas mudanças a banda se chamou The Hunters, que teve relativo sucesso. Durante a curta duração da banda, Akkerman gravou seu primeiro disco solo Talent for Sale (68).
Em 1970 o Focus lançou seu primeiro disco In And Out Of Focus. Mas o sucesso só veio com o segundo disco Moving Waves (71) , onde se destaca as músicas Hocus Pocus e Eruption, que contém solos inflamados de Akkerman. O terceiro álbum, Focus 3 (72), projeta o grupo mundialmente. O álbum é considerado um dos melhores do rock progressivo. Destaque para a música Sylvia, um dos maiores sucessos do grupo. Depois vieram os álbuns Live at the Rainbow (73) Hamburger Concerto (74) e Mother Focus (75). Este último é um trabalho um pouco atípico do Focus, pois as músicas têm uma mistura de pop e jazz, mas o resultado é extraordinário, como nas faixas Soft Vanilla, Hard Vanilla e Focus IV. No período em que integrou o Focus, Akkerman lançou 2 discos solos Profile (73) e Tabernakel (74). Ambos possuem uma sonoridade que inclui o fusion, rock progressivo e música medieval, com excelentes execuções de Akkerman. Em Tabernakel, garvado nos EUA, participam o baterista Carmine Appice e o baixista Tim Bogart. Devido ao enorme sucesso no Focus, Tabernakel vendeu muito bem. Em 1976 Akkerman deixa a banda devido a problemas de relacionamento com Van Leer.
Em 1992 sofreu um sério acidente de carro na Holanda e passou 6 meses se recuperando. Exatamente um ano depois, se casou e gravou o disco Puccini's Café, que fez um certo sucesso. Neste mesmo ano se apresentou no North Sea Jazz Festival ao lado de Thijs Van Leer. Em 1998 e 2001 fez várias apresentações, como convidado, ao lado de B.B. King.
Seu disco mais recente é C.U. gravado em 2003. Lançou também um DVD com apresentações diversas, inclusive mostra improvisações ao lado de Paco de Lucía. Em outubro de 2003 participou do projeto Hendrix Files ao lado do guitarrista Steve Lukater. Este projeto, um tributo ao 60º aniversário de Hendrix, contou com a participação de vários músicos e foram realizadas várias apresentações.
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Tami TM
Márcio Bahia

Myspace: (www.myspace.com/marciobahia)
http://www.niteroiartes.com.br/exibe_artistas.php?idartista=458&opc=1
Tami TM.
Ney Conceição

Atualmente, junto com Kiko Freitas e Nelson Faria, faz parte do trio que acompanha o cantor e compositor João Bosco.
Com João Bosco gravou o cd "Malabarista do Sinal Vermelho" e o primeiro DVD do artista, "Obrigado Gente!", e excursionam pelo mundo. Incluindo shows no "Blue Note" de Tókio e New York, e toda a Europa.
Myspace: (http://www.myspace.com/marciobahia)
Tami TM.
Mike del Ferro

Iniciou seus estudos de piano clássico aos 8 anos de idade e começou a se interessar por jazz ao estudar música contemporânea no Conservatório de Amsterdã onde se diplomou em 1990.
Em 1989, ganha os primeiros lugares no Rotterdam Jazz Piano Competition, Europa Jazz Contest e Karlovy Vary Jazz Contest e reconhecimento internacional por seu estilo próprio e suas improvisações.
Em 1993 conhece Bob Brookmeyer que, impressionado pelo talento de Mike, o convida a estudar em Musikhochschule de Colonia (Alemanha). Sua fama como músico acompanhante, solista, compositor e arranjador o levam rapidamente a realizar trabalhos internacionais. Realizou concertos e gravações com músicos do mais alto nível tais como: Toots Thielemans, Jack DeJohnette, Oscar Castro Neves, Deborah Brown, Scott Hamilton, Richard Galliano, Thijs van Leer (Focus), Jan Akkerman,Harold Land, Norma Winstone, Benny Bailey, Candy Dulfer, Trijntje Oosterhuis, Frank Vaganée e muitos outros.
Sua idéia de unir a ópera e o jazz o levou a explorar um novo território, com o resultado de um grande sucesso em todo o mundo - o CD Belcanto.
Tami TM.
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
RELEASE - 2ª edição de 2007 - Plataforma Brasil Holanda Jazz - Jan Akkerman, Mike del Ferro, Márcio Bahia e Ney Conceição
Após quase 20 anos, Jan Akkerman, ex-guitarrista do Focus, volta ao Brasil em parcerias inéditas com grandes nomes da música nacional e internacional.
Parceria inédita entre músicos holandeses e brasileiros forma o Brasil Holanda Jazz Connection que estará em turnê pela América Latina de 07 a 25 de novembro.
Criado em 2004 com a intenção de promover diálogos inter-culturais ao vivo através da música tendo o jazz como a grande referência, o projeto “Plataforma Brasil Holanda Jazz” traz, para turnê na América Latina, o músico holandês Jan Akkerman, ex-guitarrista do Focus, que se apresentou pela última vez no Brasil há 18 anos no “Night of the Guitar”, projeto que resultou numa turnê mundial e posteriormente no álbum The Noise Of Art. Em parceria com grandes nomes da música como Mike del Ferro, Ney Conceição e Márcio Bahia, Akkerman chega ao Brasil.
Jan Akkerman era um dos líderes do grupo holandês Focus, um expoente do Rock Progressivo responsável pela criação de obras primas da história da música como Hocus Pocus, Sylvia e House of the King cujos arranjos inovadores, criativos e inusitados podem ser encontrados nos memoráveis álbuns como Hamburger Concerto (1974), Mother Focus (1975), Ship of Memories (1977) entre outros.
Outro holandês a integrar essa parceria é o pianista, arranjador e compositor, Mike del Ferro, vencedor de concursos como o Rotterdam Jazz Piano Competition, Europa Jazz Contest e Karlovy Vary Jazz Contest e reconhecido internacionalmente pelo estilo próprio e improvisações. Já realizou concertos e gravações com músicos do mais alto nível tais como Oscar Castro Neves, Deborah Brown, Thijs Van Leer (Focus), Harold Land, Norma Winstone, Benny Bailey e Frank Vaganée. No Brasil já tocou com Badi Assad, Fernanda Porto e Ceumar.
Além desses ícones da música européia, dois outros talentosos e virtuosos músicos que se destacam no cenário nacional e internacional completam o grande encontro. São eles, os brasileiros Márcio Bahia e Ney Conceição.
Márcio é baterista (e percussionista) e já excursionou com Maria Bethânia, Zélia Duncan, Carlos Lyra entre outros e participava da UK Big Band, formada por Hermeto Pascoal e grupo e também por grandes nomes do jazz britânico, que teve o show saudado pela crítica do jornal britânico The Guardian como "um dos mais eletrizantes concertos de jazz dos últimos anos".
Ney Conceição, contrabaixista, arranjador e compositor, iniciou sua carreira em Belém do Pará, sua terra natal, transferindo-se, posteriormente, para o Rio de Janeiro onde deixou escrito o seu nome entre os grandes instrumentistas do país. Tocou com grandes nomes como Jane Duboc, Moraes Moreira, Naná Vasconcelos, Carlos Malta, Pascoal Meirelles, Paulinho Trumpete, Paulo Moura, Roberto Menescal, Sivuca, Sebastião Tapajós entre outros além de fazer parte do trio que acompanha o cantor e compositor João Bosco com quem gravou o cd "Malabarista do Sinal Vermelho" e o DVD "Obrigado Gente!".
O tom, no mínimo, inusitado e extasiante, devido à união de diferentes estilos e influências musicais dos componentes, certamente caracterizá as apresentações do grupo cujo repertório contará com uma mistura de arranjos nos padrões do jazz de composições de grandes nomes da música além de outras originais. Algumas obras primas do grupo de som psicodélico e inesquecível, o Focus, poderão ser ouvidas em versões contemporâneas.
A turnê tem início com concertos nas cidades de La Paz e Santa Cruz, na Bolívia, e depois segue para diversas cidades do Brasil e Argentina. É promovida em parceria com as Embaixadas do Reino dos Países Baixos em La Paz, Brasília e Buenos Aires, os Consulados Gerais dos Países Baixos em São Paulo e Rio de Janeiro e com as Secretarias de Cultura das cidades por onde a turnê passa.
O “Plataforma Brasil Holanda Jazz” é um dos projetos iniciados pela empresa WZM Plataforma Brasil Holanda cujo objetivo é promover o intercâmbio bilateral entre Brasil e Holanda nas áreas de cultura, esporte, educação, turismo e meio-ambiente. Devido ao sucesso desta iniciativa, hoje esse intercâmbio se estende para diversos países da América Latina e da Europa.
Datas da turnê:
10/11 - La Paz
Local: Centro Sinfónico Nacional
Calle Ayacucho No. 366 - La Paz - Bolivia
Horário: 20h
11/11 - Santa Cruz
Local: Centro Cultural Franco-Alemán (Plaza Central)
Endereço: Calle 24 de Septiembre, 36 – Casilla 790 – Santa Cruz de la Sierra
Telefone: + 591 (3) 3350142 / + 591 (3) 3333392
Telefone / Fax: + 591 (3) 3329906 / + 591 (3) 3368965
Internet: http://www.ccfrancoaleman.org/
Horário: 20h
14 /11- Cuiabá
Local: Espaço Clube Feminino
Rua Barão de Melgaço 3677, Cuiabá - MT
Telefone: + 55(65) 3025-7490
16/11 - Salvador
Local:Praça Pedro Ancanjo, s/n.
Centro Histórico -Pelourinho
Horário: 21h
20/11 - Buenos Aires
Local:Teatro Ateneo
Endereço: Paraguay 918 - Centro
Tel: + (xx) (xx) 4328-2888
Horário: 21h30
www.ndateneo.com.ar/
23 e 24/11 - São Paulo
Local: Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, s/n - Portão 2 Parque do Ibirapuera
(11) 5908-4299
Sexta (23) e Sábado (24) às 21h
Mais informações:www.auditorioibirapuera.com.br
Outras datas a confirmar
REALIZAÇÃO:
WZM Plataforma Brasil Holanda – http://www.plataformabrasilholanda.com.br/
MAIS INFORMAÇÕES PARA VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO:
Tami Toledo Matuoka (comunicação)– tami@plataformabrasilholanda.com.br
Telefones: (11) 3885.6979 /8239.2675
SUGESTÕES PARA ENTREVISTAS:
Músicos: Jan Akkerman, Mike Del Ferro, Márcio Bahia e Ney Conceição
Joelke Offringa – Coordenadora Plataforma Brasil Holanda no Brasil
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Vamos conhecer um pouquinho de cada conjunto que dividiu o palco com o B/M/N Trio em sua turnê no Brasil!
Foram doze participações no total dessa turnê, cada um com sua peculiaridade e expressão, trocando acordes, sonoridades, intercambiando informações.
Na Bolívia:
1.Quimsa Bop
2.Danilo Rojas Trio
No Brasil:
Cuiabá
3.Flor Ribeirinha
4.Flor do Campo
5. Viola de Choro
6.Raízes Cubanas
7. Os cinco morenos
Campo Grande
8. Samuel Gomes
Olinda
9.Fred Andrade
10.Dudu Alves
11. Maracatu Leão Coroado
São Paulo
12.Banda Mantiqueira
Tami TM


